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Resenha - Sangue dos Deuses

Sinopse: "O sangue de Júlio César acaba de ser derramado sobre os degraus de Roma. Seus assassinos, autointulados Liberatores, são liderados por Marco Brutus — amigo próximo e antigo aliado de César. Por meio de artimanhas e por se julgarem responsáveis por livrar Roma do tirano imperador, estão confiantes de que serão aclamados no Senado. Porém ignoram a ameaça que Otaviano, filho adotivo de César, representa. O jovem, então, decide se unir ao cônsul Marco Antônio para garantir que o nome do pai seja devidamente vingado."
ALERTA! Esta resenha pode conter spoilers dos livros anteriores da série. Leiam por sua conta e risco!
 
Júlio César está morto! Sem perder tempo, os Liberatores mostraram ao povo que foram os responsáveis pelo assassinato do pai de Roma, aquele que parecia intocado, colocando o fim em um governo tirano e restituindo a República.

O que eles não contavam era que Marco Antônio, antigo aliado e amigo de César, se voltaria contra o Senado e criaria uma guerra civil fazendo com que os órfãos do Grande Júlio buscassem vingança, virando o jogo mais uma vez.

Longe de todo esse tumulto, Augusto, o filho adotivo de César, recebe a notícia do assassinato de seu pai e parte para Roma buscando herdar o que é seu por direito e para declarar guerra contra todos os Liberatores.

Querem saber mais? Então corram para ler o livro!

Vem aí - Resistência

E aí pessoal, hoje trago para vocês uma dica de leitura para quem curte histórias que se passam na segunda guerra mundial. Vem aí, Resistência, de Affinity Konar, que será lançado em 20 de março pela Fábrica 231, um selo editorial da Rocco.

Romance de estreia de Konar, Resistência foi inspirado nas histórias reais de experimentos feitos com gêmeos nos campos de concentração. Aclamado pela crítica, ele foi considerado um dos livros mais perturbadores, poderosos e criativos do ano.

Vejam abaixo a capa, a sinopse e o link de venda:


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Sinopse: "Indicação de leitura dos principais veículos de imprensa norte-americanos, Resistência narra a trajetória de duas irmãs gêmeas lutando pela sobrevivência na Segunda Guerra Mundial. Pearl e Stasha chegam a Auschwitz em 1944 e ainda vivem sob o encantamento da infância – têm uma conexão muito forte, se entendem, se confortam e brincam juntas. Como parte de um experimento chamado Zoológico de Mengele, as irmãs conhecem o horror e têm suas identidades fraturadas pela dor e pelo sofrimento. No inverno, Pearl desaparece; Stasha chora pela irmã, mas mantém a esperança de encontrá-la viva. Ao final do conflito, Stasha se depara com um mundo em ruínas, uma Polônia devastada pela guerra, e tenta reconstruir sua vida a partir dali. Romance narrado com uma voz poderosa e única, Resistência desafia qualquer expectativa ao atravessar um dos períodos mais devastadores da história contemporânea e mostrar que há beleza e esperança até diante do caos e ganhou elogios da crítica e de autores como Anthony Doerr, de Toda luz que não podemos ver."

Resenha - Lobo por Lobo

Sinopse: "O Eixo ganhou a Segunda Guerra Mundial, e a Alemanha e o Japão estão no comando. Para comemorar a Grande Vitória, todo ano eles organizam o Tour do Eixo: uma corrida de motocicletas através das antigas Europa e Ásia. O vencedor, além de fama e dinheiro, ganha um encontro com o recluso Adolf Hitler durante o Baile da Vitória. Yael é uma adolescente que fugiu de um campo de concentração, e os cinco lobos tatuados em seu braço são um lembrete das pessoas queridas que perdeu. Agora ela faz parte da resistência e tem uma missão: ganhar a corrida e matar Hitler. Mas será que Yael terá o sangue frio necessário para permanecer fiel à missão?"
Oi gente, aqui é o Leo, e hoje trago para vocês mais uma resenha em dupla, dessa vez com a Dreeh, do Blog Mais que livros. O legal deste tipo de resenha é que na parte da crítica vocês podem acompanhar a opinião de nós dois. Vamos lá:

Nessa realidade alternativa, o Eixo ganhou a Segunda Guerra Mundial e Hitler governa grande parte do mundo. No ano de 1956, está sendo organizada a nova edição do Tour do Eixo, onde 20 jovens devem atravessar de motocicleta a Europa, rumo à Tóquio, para obter a glória e a atenção do Imperador.

No ano anterior, quem venceu a corrida fora Adele Wolfe, uma jovem que se inscreveu na competição sob o nome do irmão gêmeo. Foi um choque para todos quando ela chegou ao fim e revelou ser uma garota, mas Hitler gostou de sua perspicácia e a elogiou, concedendo-lhe até uma dança no Baile da Vitória.

De outro lado temos Yael. Aos seis anos ela foi levada para um campo de concentração com a mãe. Lá, ela foi forçada a participar de experimentos genéticos, que tinham como objetivo alterar a sua etnia, transformando-lhe naquele perfil ariano que era tão valorizado pelo povo alemão.

Contudo, os experimentos deram mais certo do que se podia imaginar. Yael ganhou o poder de se metamorfosear em qualquer pessoa e isso a ajudou a fugir do campo de concentração. Após algum tempo, ela se juntou à Resistência, que planejava uma operação para livrar o mundo de Hitler.

Com o seu dom, Yael é uma chave importantíssima para o plano da Resistência. Eles desejam que ela se disfarce de Adele Wolfe para participar da nova edição do Tour do Eixo. Assim, Yael terá a chance de se aproximar de Hitler e matá-lo no Baile em frente às câmeras, para que a Resistência possa, enfim, se levantar. Mas para que isso aconteça, ela precisa vencer.

Determinada e fortalecida pelo seu passado e por aqueles que perdeu lhe incentivando, Yael dará o seu melhor para ser a campeã. Obviamente, as coisas não serão nada fáceis. Além dela, outros dois competidores estão correndo em busca da segunda vitória e eles não medirão esforços para tirá-la do caminho. Será Yael capaz de ultrapassar seus limites em nome de sua causa?

Querem saber o que vai acontecer? Então não deixem de ler!

Resenha - Nova Era

Sinopse: "O grupo de Jefferson e Donna está de volta a Nova York, e os planos para distribuir a Cura a todos os adolescentes da ilha não ocorreram como o planejado. Depois de encarar a traição da Resistência — que resolveu se unir aos velhos inimigos da tribo da Uptown —, os amigos vão precisar colaborar com os ingleses da Reconstrução para garantir que o mundo não acabe em uma explosão de mísseis nucleares."
ALERTA! Esta resenha pode conter spoilers dos livros anteriores. Leiam por sua conta e risco!

Com a revelação de que Jefferson e seus amigos estão vivos, Donna não hesita em partir com a equipe da Reconstrução de volta para Nova York. Não importa o risco da detonação dos mísseis nucleares - cujos códigos a Resistência está atrás -, ou a guerra que pode se iniciar a qualquer instante e devastar o mundo mais do que a Doença foi capaz de fazer; seu único objetivo é reencontrar Jefferson.

Já ele, que imagina que nunca mais irá rever a sua amada, deseja que Donna fique bem onde quer que esteja, enquanto precisa fugir de todas as tribos de Nova York, uma vez que descobriram a verdade, que ele escondeu para promover a união e a criação de um único grupo: que o restante do mundo sobreviveu e não foi atingido pela Doença.

Tendo sido resgatado por Kath e os gêmeos, Jefferson, Crânio e Peter tentam se manter vivos, enquanto buscam uma forma de recuperar a bola de futebol e o biscoito, que foram roubados por Chapel, quando ele os traiu na reunião das tribos e se aliou à terrível Uptown.

Se antes a tribo de Evan já era a mais perigosa de Nova York, agora, com os mísseis nucleares norte-americanos em mãos, Uptown se transformou na maior ameaça do mundo.

Querem saber como vai terminar? Então corram para ler o livro! Sério, corram mesmo.

Resenha - A Guerra dos Mundos

Resenha - A guerra dos mundos
Sinopse: "Eles vieram do espaço. Eles vieram de Marte. Com tripés biomecânicos gigantes, querem conquistar a Terra e manter os humanos como escravos. Nenhuma tecnologia terrestre parece ser capaz de conter a expansão do terror pelo planeta. É o começo da guerra mais importante da história. Como a humanidade poderá resistir à investida de um potencial bélico tão superior? Publicado pela primeira vez em 1898, A guerra dos mundos aterrorizou e divertiu muitas gerações de leitores. Esta edição especial contém as ilustrações originais criadas em 1906 por Henrique Alvim Corrêa, brasileiro radicado na Bélgica. Conta também com um prefácio escrito por Braulio Tavares, uma introdução de Brian Aldiss, membro da H. G. Wells Society, e uma entrevista com H. G. Wells e o famoso cineasta Orson Welles — responsável pelo sucesso radiofônico de A guerra dos mundos em 1938 —, que fazem desta a edição definitiva para fãs de Wells."
A raça humana nunca imaginou que existisse vida inteligente em outro planeta, por esse motivo, quando os primeiros marcianos chegaram, a preocupação inicial da população foi que enviassem um destacamento policial para protegê-los.

Não demorou muito para compreenderem que os visitantes não eram pacíficos, e logo o sentimento de acolhida e segurança foi substituído por medo e terror, à medida que os marcianos demonstravam a sua verdadeira face.

Mesmo com tal revelação, as pessoas ainda imaginaram que eles seriam facilmente eliminados e que elas poderiam seguir com suas vidas normalmente. Essa certeza caiu por terra quando o primeiro tripé mecânico se ergueu do chão dizimando tudo ao seu redor.

O caos foi instaurado, todos fugiram em pânico, e os meios de comunicação da época dificultaram o chamado de reforços, favorecendo a propagação da guerra pelo planeta. Apesar dos esforços do exército, os extraterrestres têm levado a melhor no combate, e se encaminham para vencerem o conflito e assumirem o controle da Terra.

Querem saber mais? Então corram para ler o livro!

Resenha - Soldier

Resenha - Soldier
Sinopse: "Quando Tom Ryder é convocado para lutar na Primeira Guerra Mundial, não imagina o quanto o seu irmão mais novo, Stanley, sentirá sua falta. A única alegria do garoto são os filhotes de Rocket, a cadela premiada que é o orgulho da família. Porém, ao descobrir que Rocket teve filhotes mestiços, o pai de Stanley fica furioso e ameaça afogar os cãezinhos. Inconformado e desejando reencontrar Tom, Stanley foge de casa. Mentindo a idade, consegue se alistar no exército britânico. Somente o amor incondicional pelos animais será capaz de fazê-lo sobreviver à brutalidade e à frieza dos campos de batalha. Uma prova de que a inocência e a sensibilidade podem ser mais poderosas do que a guerra. SOLDIER: Leal até o fim é um livro emocionante e intenso, recomendado para leitores de todas as idades, especialmente para os apaixonados por cães."
Stanley é jovem, vive com o pai e tem um irmão que foi convocado para lutar na Primeira Guerra Mundial. Com a partida do irmão, a única alegria que resta para Stanley são os filhotes de sua cadela Rocket, que é o orgulho da família. Mas sua felicidade pode ter um fim trágico: Rocket teve filhotes mestiços, e isso irrita o pai do garoto, que fica furioso e ameaça dar um fim aos cãezinhos. Inconformado com as atitudes e mudanças do pai, Stanley foge de casa e acaba se alistando no exército britânico de forma ilegal, mentindo a idade.

Como Stanley é ainda é um rapaz, fraco demais para ser um soldado, mas muito competente em lidar com animais, acaba sendo enviado para a área dos adestradores de cachorros, o setor do exército com menos probabilidade de se entrar na linha de frente da guerra, ou seja, com a maior possibilidade de se ficar vivo. Os melhores adestradores, junto com seus cachorros, serão enviados à França - onde seu irmão está - para servirem como cães mensageiros e salvarem vidas. 
Soldier Sam Angus Editora Novo Conceito
Cães mensageiros são os cachorros treinados para atravessar os campos de batalhas, levando e trazendo mensagens e bilhetes de um posto ao outro, quando eles ficam sem comunicação. Além de querer proteger seus cães mensageiros, Stanley busca encontrar seu irmão, superar a perda de seu amado cão mestiço e perdoar o seu velho pai. 

Será que ele vai conseguir? Vocês terão que ler para saber.

Dica de leitura - Toda luz que não podemos ver

Dica de leitura - Toda luz que não podemos ver
Sinopse: "Marie-Laure vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável por cuidar de milhares de fechaduras. Quando a menina fica cega, aos seis anos, o pai constrói uma maquete em miniatura do bairro onde moram para que ela seja capaz de memorizar os caminhos. Na ocupação nazista em Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo o que talvez seja o mais valioso tesouro do museu. Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram em uma pilha de lixo. Com a prática, acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, uma missão especial: descobrir a fonte das transmissões de rádio responsáveis pela chegada dos Aliados na Normandia. Cada vez mais consciente dos custos humanos de seu trabalho, o rapaz é enviado então para Saint-Malo, onde seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial.Uma história arrebatadora contada de forma fascinante. Com incrível habilidade para combinar lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, o premiado autor Anthony Doerr constrói, em Toda luz que não podemos ver, um tocante romance sobre o que há além do mundo visível."
Adicione ao Skoob AQUI.


Leiam um trecho do livro AQUI.

E aí pessoal, hoje trago para vocês uma dica de leitura de um livro que é uma das apostas da Editora Intrínseca para esse ano. Conheçam Toda luz que não podemos ver, do autor premiadíssimo Anthony Doerr.

Desde pequena, me descobri uma apaixonada por tudo o que envolve as Grandes Guerras. Comecei lendo O Diário de Anne Frank aos 9 anos e, desde então, procuro consumir todas as obras literárias e cinematográficas que abrangem o assunto quando o tempo me permite.

E por que desse meu fascínio? Talvez por eu adorar estudar a mente humana e me interessar pelas motivações que levaram alguns líderes a cometerem tantas atrocidades. Mas também, porque aprender sobre as Grandes Guerras faz com que a gente não esqueça dos períodos negros vividos pela humanidade, servindo de alerta para que não permitamos que ocorram novamente.

É incrível como a cada livro lido ou filme visto, eu descubro uma nova particularidade ou nuance sobre a história mundial. Me sinto como se estivesse tecendo uma colcha de retalhos que está longe de ser preenchida em sua totalidade.

Dica de leitura - A segunda pátria

Dica de leitura - A segunda pátria
Sinopse: "Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, Getúlio Vargas resolve se tornar um aliado do Terceiro Reich. No cenário alternativo criado por Miguel Sanches Neto, o país se alinha com o Eixo e, como parte do acordo, é estabelecido que os estados do sul, com grande presença de descendentes de alemães, podem pôr em prática os princípios do nazismo, como o racismo, o antissemitismo e a eugenia. Em Blumenau, à medida que a saudação Heil Hitler se torna corriqueira, o engenheiro Adolpho Ventura convive atônito com o progressivo cerceamento de sua liberdade. Seu crime é ser negro e pai de uma criança mestiça. Na mesma cidade, desenrola-se a trajetória de Hertha, jovem sedutora que encarna todos os predicados da superioridade ariana. A ela é confiada uma misteriosa missão. Com violência e sensualidade, o autor revela uma paixão proibida, enquanto subverte os fatos para criar um Brasil que não está nos livros de história, mas nem por isso deixa de ser assustadoramente plausível."

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Oi gente, hoje trago uma dica de literatura nacional que tem tudo para ser um estouro: A segunda pátria, de Miguel Sanches Neto, publicado pela Editora Intrínseca

Resenha - Filme O Jogo da Imitação

Resenha - Filme O Jogo da Imitação
Sinopse: "Baseado na história real do lendário criptoanalista inglês Alan Turing, considerado o pai da computação moderna, o filme narra a tensa corrida contra o tempo de Turing e sua brilhante equipe no projeto Ultra para decifrar os códigos de guerra nazistas e contribuir para o final do conflito."

Em 1939, a segunda guerra mundial foi declarada e envolveu a maioria das nações no conflito mais sanguinolento da história, resultando na morte de milhões de pessoas. Os aliados estavam longe de ganharem a disputa e diversos países empenhavam-se em decifrar o Enigma, a máquina utilizada pelos alemães para se comunicarem, traçarem estratégias e combinarem ataques militares. Se o Enigma fosse decodificado, os passos do inimigo poderiam ser antecipados e os aliados ganhariam a guerra.

Mas como isso seria possível se a máquina alemã além de possuir mais de 150 milhões de combinações, era reprogramada todos os dias à meia noite? Se permanecessem aplicando os métodos manuais utilizados, seriam necessários basicamente 20 milhões de anos para alcançarem tal objetivo, algo humanamente impossível de se realizar.

Resenha - Estrela Amarela

Resenha - Estrela Amarela Jennifer Roy Companhia das Letras
Sinopse: "Como outros sobreviventes do Holocausto, Sylvia Perlmutter ficou em silêncio por muitos anos, tentando esquecer aquilo por que passou. Mas, aos poucos, com a chegada da velhice, as lembranças começaram a vir à tona. Era hora de contar a sua história. E foi o que ela fez - falou e falou à sobrinha, Jennifer Roy, que transformou as conversas no presente relato. Roy se utiliza da voz da própria Sylvia para narrar o dia a dia da família e a sua luta pela sobrevivência durante os seis anos de guerra. No começo, com apenas quatro anos, Sylvia nem ao menos entende o que se passa à sua volta. Seus pais decidem fugir para Varsóvia, mas não conseguem trabalho. Ao retornarem a Lodz, são obrigados a abandonar sua casa para viver em um apartamento bem pequeno, sem banheiro, com as duas filhas. Dividido em quatro partes cronológicas, cada uma com uma introdução sobre os acontecimentos históricos do período, 'Estrela amarela' é um relato íntimo, feito a partir dos olhos dessa menininha, que mais de uma vez escapa da morte apenas com a ajuda do acaso."

Sylvia Perlmutter é uma menina judia, e ela só foi entender na pele o que isso significa quando foi obrigada a se mudar para o gueto de Lodz, na Polônia, com toda a sua família. Sylvia tinha apenas quatro anos quando teve que encarar a fome, o frio, a desesperança, o medo e a dúvida de até quando ficaria viva, um fardo muito pesado para uma criança carregar.

Resenha - Filme Noé

Sinopse: "Na trama, em um mundo dominado pelo pecado, Noé (Russell Crowe) recebe uma missão divina: construir uma arca para salvar toda a criação de Deus de um dilúvio. Um grupo de opositores a Noé, porém, tenta se apossar da Arca em nome da defesa da raça humana e, ao mesmo tempo, luta para cooptar para o seu lado Ham (Logan Lerman), o primogênito de Noé."

Quando Caim matou Abel, a raça humana foi marcada pelo ódio, pelas discórdias e pela destruição. Os homens criaram as cidades, e as cidades devastaram as terras antes intocadas e férteis. Os homens escravizaram os animais, os torturaram e fizeram deles o seu alimento, por acreditarem ficarem mais fortes.

O Criador, cansado de ver sua obra-prima arruinada, decidiu que era hora de purificar a Terra. Para isso, delegou a Noé a difícil tarefa de construir uma arca e nela abrigar os pares de todos os animais do planeta.

Noé também embarcaria junto da sua família, que seriam os últimos homens a habitarem a Terra. Depois deles, não deveria existir mais a raça humana e a obra do Criador seria finalmente deixada em paz para viver em harmonia. Mas o homem é um ser egoísta e não confiável, que luta com todas as armas para alcançar os seus fins, e não sossegará até dar um jeito de estragar com os planos do Criador para se manter vivo.

Será que Noé e sua família conseguirão completar a missão, ou serão fadados ao fracasso, decepcionando o Criador?

Assistam e confiram!

Dica de leitura - Morada das Lembranças

Dica de leitura - Morada das Lembranças Daniella Bauer Editora Biruta
Oi gente, tem livro novo saindo do forno Biruta. Vamos conferir essa novidade?

Sinopse: “Fugimos como fogem aqueles que não têm escolha: largam repentinamente sua identidade e seguem tentando não deixar vestígios.” Mais do que a história de uma família, essa é a história de um povo que viu o passado se desfragmentando durante a guerra civil. Em Morada das Lembranças, a escritora e psicóloga Daniella Bauer leva o leitor por uma viagem no tempo que começa em 1920, na Rússia. Uma mãe e seus dois filhos pequenos, sofrendo com o assassinato do pai, partem em busca de um futuro desconhecido para fugir do caos que se instalou durante a Revolução. Na primeira etapa da fuga, embarcam em um trem com destino à Polônia, onde ficam hospedados por poucos dias na casa de um antigo amigo da família. Na segunda e mais difícil etapa, rumo ao Rio de Janeiro, embarcam na precária terceira classe de um navio, onde convivem por quase dois meses com cerca de 770 pessoas, lidando com suas memórias, doenças e muita fome. Para essa família, o Rio de Janeiro não se apresenta como a “Cidade Maravilhosa”, mas como um recomeço sem escolhas, onde deveriam reaprender a viver em uma nova cultura, com novo idioma, novas vidas e identidades. Através dos olhos de uma menina inicialmente assustada, mas bastante corajosa, acompanhamos essa trajetória que desperta inúmeras perguntas, muitas das quais permanecem sem resposta. Com uma narrativa intensa e recheada de dilemas, Morada das Lembranças tece um lindo bordado com os testemunhos de desafios vividos em forma de rejeição, violência, preconceito e muitas perdas. Daniella Bauer, no entanto, trata de todos esses assuntos com muita delicadeza e intensidade, por acreditar que “carregar muitas histórias sem contá-las, tendo muitas vidas que guardar, nos torna pessoas pesadas, por demasiado entristecidas.” Dessa forma, cativa o leitor até as últimas frases, firmando sua convicção de que “bravos e corajosos são aqueles que fizeram de sua vida uma história a ser compartilhada.”"

Resenha - Filme 300: A Ascensão do Império

Em 300: A Ascensão do Império, conhecemos Themistokles, um destemido guerreiro ateniense. Seus objetivos são lutar pela liberdade de Atenas, combatendo o Deus-Rei Xerxes, e criar uma Grécia unificada, mas para isso, ele precisaria convencer a todas as Cidades-Estado se juntarem as suas batalhas.

O Rei Leônidas não aceitou a sua oferta e a Rainha Gorgo deixou claro sua falta de vontade em ver a Grécia se transformar numa só "nação". Assim, Leônidas marchou com 300 homens para uma batalha sem volta. Xerxes estava a cada dia mais perto de dominar o solo grego.

Sem os espartanos, o exército de Themistokles precisou seguir em frente sozinho. Apesar de serem poucos, conseguiram causar grandes estragos despertando a ira de Artemisia. A despeito de ser um excelente estrategista, Themistokles sabia que estavam em desvantagem frente ao numeroso exército persa. Eles não iriam resistir por muito tempo sem reforço, mas por Atenas e pela Grécia, dariam as suas vidas de bom grado. Antes morrer livre do que viver escravo.

Querem saber o que vai acontecer? Então vejam.

Resenha - A Garota que você deixou para trás

Resenha livro A Garota que você deixou para trás Jojo Moyes
Em meio aos terrores da primeira guerra mundial, famílias inteiras sofriam sem ter o que comer, tendo suas casas e muitas vezes seus próprios corpos violados e vendo seus entes queridos morrerem, seja nas mãos dos inimigos ou do próprio destino cruel.

Quando as tropas alemãs invadiram St. Perónne, um pequeno vilarejo francês, conhecemos Madame Sophie Lefèvre, uma mulher de muita fibra e com um coração enorme. Sophie mudou-se de Paris para St. Perónne para fazer companhia aos seus irmãos Hélène e Aurélien desde que seu marido Édouard foi enviado para guerra.

Dia após dia, Sophie é obrigada a enfrentar a miséria, a fome, a doença e o frio, vivendo uma vida de puro horror e de medo de nunca mais ver seu marido. A única coisa que lhe transporta para um mundo de esperanças é seu autorretrato, pintado por Édouard em seus dias de glória, lembrando-a da mulher maravilhosa e cheia de vida que um dia foi contrastando-se completamente ao ser esquelético e pálido no qual se transformou.

Mas aquele quadro não fascinava somente a si. A Garota que você deixou para trás atraiu os olhares de cobiça do novo Kommandant do vilarejo, um homem diferente dos demais militares, que tratava Sophie com certa cordialidade e fechava os olhos para pequenas contravenções cometidas por ela. Durante um momento de grande pânico, Sophie viu nessa relação perigosa a possibilidade de trazer seu marido de volta para casa, por meio de um trato que poderia custar a sua vida e a de sua família. Até que ponto existe o certo ou o errado em se tratando de amor?
"Continua sendo traição se a gente faz isso pelas razões corretas?"

Entrevista - Autor Markus Zusak fala sobre A Menina que roubava livros

Entrevista Autor Markus Zusak fala sobre o filme A Menina que roubava livros
Oi gente, hoje trago para vocês mais uma entrevista dada pelo autor Markus Zusak. Novamente não fui eu que tive o prazer de entrevistá-lo. Esta reportagem foi retirada do site da Editora Intrínseca e realizada pelo Joe Utichi.

Desta vez, Markus dá o seu depoimento sobre como foi escrever A Menina que roubava livros e sobre o que achou da adaptação cinematográfica do seu famoso livro. Para quem ainda não viu o filme A Menina que roubava livros, ele estreou nos cinemas brasileiros dia 31/01/14 e já tem resenha dele no blog AQUI.

"Nascido em Sydney, na Austrália, Markus Zusak é um dos principais autores de literatura jovem do mundo. Seu primeiro romance, O azarão, foi publicado em 1999, e conta a história de um adolescente sem perspectivas e da garota por quem ele se apaixona. O livro levou sete anos para ser publicado, mas seu sucesso imediato deixou claro que Zusak não teria muita dificuldade para lançar os dois romances que eram sequência ao primeiro: Bom de briga e A garota que eu quero.

Resenha - Filme A Menina que roubava Livros

Resenha do Filme A menina que roubava livros
Liesel Meminger é uma menina que desde cedo descobre a dor da perda. Seu irmão mais novo morre e sua mãe parte, deixando-a sob os cuidados do casal de alemães Hans e Rosa Hubermann.

Apesar de ser um pouco arredia e desconfiada, não resiste aos cuidados carinhosos do seu pai adotivo e das investidas insistentes de Ruby, que quer tanto ser seu amigo (e quem sabe algo mais). Liesel não sabe ler, e enfrenta preconceito e piadinhas maldosas no colégio. Mas logo Hans dá um jeito de ensinar o alfabeto para a menina, que com o tempo, descobre as palavras, e de posse das palavras, tudo passa a fazer sentido em sua vida.

Certo dia, Max bate a sua porta, pedindo refúgio. Max é um judeu que está fugindo das mãos do exército de Hitler e, como há muito tempo atrás seu pai salvou a vida de Hans no campo de batalha, Hans se viu impelido a ajudar e esconder o jovem em seu porão. Por anos, a família de Liesel viveu a miséria da segunda guerra mundial, com pouco trabalho, pouca comida e constantemente com medo de serem descobertos abrigando o inimigo embaixo do mesmo teto.

Inevitavelmente, Max ocupou no coração de Liesel o lugar de seu falecido irmão, mas no fundo, a garota sabia que Max não poderia ficar em sua casa para sempre. Cedo ou tarde viriam buscá-lo, e com isso, seria a ruína de sua família.

Em meio a uma vida sofrida, sem esperança e com inúmeras privações, como é possível seguir vivendo? Liesel descobriu como: lendo livros, seus grandes e eternos companheiros que serão capazes de mudar o seu destino. Querem saber como? Então assistam ao filme!

Novidades - Divulgado Trailer Legendado do Filme A Menina que Roubava Livros

Oi gente, quem aqui é fã de Markus Zusak e de seu famoso livro A Menina que Roubava Livros, publicado no Brasil pela Editora Intrínseca? Eu sou!! Muito! E estou simplesmente enlouquecida esperando pelo lançamento do filme, que será dia 17 de janeiro de 2014 (a data foi antecipada, para o delírio dos fãs). A cada vez que vejo o trailer me emociono. Não me canso de me arrepiar e, recentemente, a Fox Filme do Brasil divulgou o primeiro trailer legendado do filme.

Confiram comigo:


"A obra, que vendeu mais de dois milhões de exemplares no Brasil, conta a história da corajosa menina Liesel Meminger, que precisa ir morar com uma nova família na Alemanha da Segunda Guerra e, a partir dessa convivência, transforma a vida de todos ao seu redor." Fonte.

Resenha - Os Óculos de Heidegger

"Em seu livro de estreia, Thaisa Frank mescla filosofia e romance em uma história inusitada. O cenário é a Operação Postal, programa nazista em que um grupo de intelectuais respondia às cartas enviadas aos prisioneiros dos campos de concentração com objetivo de garantir sigilo sobre a Solução Final. Certo dia, uma tarefa é passada pelo próprio Goebbels: responder a uma carta do filósofo Martin Heidegger para seu amigo e oculista Asher Englehardt, prisioneiro de Auschwitz. Diante da suspeita de que talvez a prosaica correspondência contenha algum tipo de mensagem cifrada que poderia desmantelar os planos do Terceiro Reich, os escribas e seus líderes se veem às voltas com o desafio de responder ao filósofo de uma forma que desencoraje uma nova troca de cartas e garanta a permanência tranquila do grupo."
Em Os Óculos de Heidegger, de Thaisa Frank, conhecemos uma realidade acerca da Segunda Guerra Mundial pouco comentada: a Operação Postal. O objetivo dessa operação era responder às cartas escritas pelas pessoas que morreram nos campos de concentração.

É de conhecimento de muitos que Hitler era uma pessoa supersticiosa. Se consultava com astrólogo, participava da sociedade secreta de ocultismo e ditava o rumo da guerra conforme instruções recebidas do mundo sobrenatural. Por causa disso esse projeto foi criado, pois Hanussen acreditava que essas cartas escritas pelos prisioneiros mortos deveriam ser respondidas, caso contrário, os mesmos atormentariam os médiuns em busca de respostas colocando em risco a Solução Final.
"(...) a correspondência com os mortos não fora uma ideia da Sociedade Thule, mas de um vidente. Tratava-se do extraordinário Erik Hanussen, que também era telepata e hipnotizador. Ele havia previsto a ascenção de Hitler ao poder e o ensinou a conquistar as multidões com um simples gesto de mão."
Goebbels, que desprezava tudo o que fosse sobrenatural, decidiu que tais cartas deveriam ser respondidas apenas com a finalidade de manter um registro sobre a guerra e, para que parecessem autênticas, ele decidiu que elas deveriam ser respondidas em suas línguas originais. Dessa forma, a SS procurou entre os deportados, os mais fluentes e cultos para se tornarem escribas. Elie Schaten por pouco não foi enviada para os campos de concentração de Auschwitz, tudo porque ela era capaz de se comunicar em diversas línguas. Dessa mesma forma outros tantos judeus se salvaram e foram enviados para o Complexo dos Escribas para cumprirem essa importante missão.
"Toda carta não respondida (...) era como um tijolo numa construção sem argamassa. Elas deixavam suturas perigosas e criavam lacunas arriscadas na história. (...) Portanto, se o Reich almejava o poder absoluto, deveria responder a todas as cartas possíveis, a fim de preencher aquelas lacunas. Assim a Alemanha vedaria o mundo e conquistaria o domínio global."
O Complexo dos Escribas foi criado no interior de uma mina de carvão abandonada para não levantar suspeitas e era comandado por Gerhardt Lodenstein, alistado compulsoriamente ao SS e feito Chefe do Complexo por Goebbels. A vida dos escribas era muito difícil dentro do complexo. Viviam embaixo da terra sem ver a luz do dia, confinados, com poucos alimentos e agasalhos e com a incerteza de até quando seriam úteis para o Reich e, por conseguinte, seriam mantidos vivos. Elie era a única ponte deles com a realidade, pois era ela quem constantemente trazia novas cartas para serem respondidas, bem como mantimentos para todos sobreviverem.

A vida seguia num ritmo de certa "normalidade" até que uma carta em específico mudou a rotina de todos dentro do Complexo. Numa das idas até o posto avançado, o oficial encarregado entregou a Elie uma carta escrita pelo filósofo Martin Heidegger endereçada ao seu oculista, Asher Englehardt, judeu e prisioneiro de Auschwitz. Goebbels determinou que tal carta fosse respondida por um dos escribas do Complexo da mesma forma que seria por Asher caso ele a escrevesse, e que deveria ser entregue a Heidegger juntamente com os óculos que ele havia encomendado. Caso essa ordem não fosse cumprida, toda a operação poderia ser revelada, assim como a existência dos campos de concentração e das câmaras de gás, e como punição, todos os escribas seriam fuzilados.
"(...) se Heidegger e o judeu ensinavam filosofia, então eles se correspondiam por cartas incompreensíveis. E se escreviam cartas incompreensíveis, ora, segundo a regra estrita de Responder da mesma forma, Heidegger precisaria de uma resposta de alguém que pudesse escrever de maneira igualmente incompreensível."
O grande problema era que a missão imposta aos escribas resumia-se a responder às cartas dos mortos e não dos vivos. Como responder a carta de um filósofo com ideias tão peculiares e uma escrita tão incompreensível? Como se fazer passar por Asher sem levantar suspeitas? Qual dos escribas seria o responsável por uma tarefa tão mortífera? Querem descobrir o que irá acontecer? Leiam e surpreendam-se com o desenrolar da história.

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Thaisa Frank foi simplesmente magistral ao misturar a realidade com ficção. Eu nunca tinha ouvido falar da Operação Postal, mas ela não só existiu como muitas das cartas foram inseridas ao longo do texto. A Operação parece ser algo tão surreal, principalmente depois que descobrimos a veracidade dos fatos, que torna esse período histórico ainda mais bizarro e repugnante.

O livro é repleto de fatos históricos tão bem narrados que chegamos a ter dúvidas a respeito do que afinal é ficção. Confesso que tive dificuldades de lê-lo por ter pouco conhecimento sobre a Segunda Guerra Mundial e Hitler. Então ia parando e pesquisando alguns fatos, nomes e datas para entender melhor os acontecimentos ali descritos. Para mim a leitura foi muito arrastada. Levei semanas para concluir o livro. Não porque ele é ruim, não, mas porque a narrativa demorou a fluir, é um tanto pesada, densa e melancólica, com vários escritos em outras línguas, principalmente o alemão, que não estão traduzidos, o que dificultou um pouco a minha compreensão do texto.

Depois que a carta de Heidegger chegou ao Complexo foi simplesmente impossível para eu largar o livro. Fiquei muito curiosa para descobrir o que ia acontecer dali para frente e fiquei com os nervos a flor da pele com medo do fracasso da missão. Depois da chegada da tal carta, alguns personagens vão se metendo em várias confusões inacreditáveis, e é absurdo pensar no quanto uma simples carta é capaz de mudar o destino de diversas pessoas.

Fiquei simplesmente tocada com o livro. Gostei muito. Sempre acho que tudo que é relacionado ao período da Segunda Guerra deve ser lido por todos, porque devemos conhecer esse momento negro vivido pela humanidade. Por isso, assim como O Diário de Anne Frank, tenho para mim que Os Óculos de Heidegger é de leitura obrigatória, principalmente para aqueles que, como eu, são fascinados por esse período histórico.

Os Óculos de Heidegger - Thaisa Frank
Editora Intrínseca
288 páginas
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