Sinopse: "Quando o pai roqueiro de Harlow Manning sai em turnê, ele a envia para Rosemary Beach, na Flórida, para viver com sua meia-irmã Nan. O problema: Nan a odeia. Harlow tem que manter a cabeça para baixo, se ela quer passar os próximos nove meses em paz. Isso parecia ser fácil... Até que o lindo Grant Carter sai do quarto de Nan. Grant cometeu um grande erro em se envolver com uma garota com veneno nas veias. Ele sabia sobre a reputação de Nan, mas ainda sim não conseguiu resistir a ela. Nada faz ele se arrepender da aventura mais do que seu encontro com Harlow, que o deixa com o pulso acelerado. No entanto, Harlow não quer ter nada a ver com um cara que poderia se apaixonar por sua meia-irmã malvada. Mesmo não existindo amarras entre Grant e Nan. Grant está desesperado para se redimir aos olhos de Harlow, mas ele arruinou suas chances com ela antes mesmo de conhecê-la..."
ALERTA! Esta resenha pode conter spoilers dos livros da série Rosemary Beach. Leiam por sua conta e risco!
Desde que se conheceram, Grant e Harlow começaram um pequeno
jogo de gato e rato. Ele se sentiu imediatamente atraído pela bela filha preferida
de Kiro, enquanto ela, apesar de também notá-lo, fora esperta o suficiente para
buscar distância do ex de sua irmã psicótica, Nan. Entretanto, os esforços de Harlow
acabaram não sendo páreo para a insistência de Grant e os dois se envolveram em
um bonito romance durante uma visita dele à Los Angeles.
Todavia, tudo que é bom dura pouco e, quando o jovem recebeu
uma ligação no meio da madrugada, informando sobre a morte de um amigo muito
próximo em Rosemary Beach, deixou a cidade imediatamente para ir ao funeral.
Durante meses Harlow ficou sem entender o ocorrido, já que tudo parecia bem
entre eles, até o infeliz telefonema, quando nunca mais ouviu notícias de
Grant. Aparentemente, ela havia sido apenas mais uma aventura do meio irmão de
Rush.
Com a turnê internacional do Slaker Deamons chegando, Kiro
decidiu enviar Harlow à Rosemary Beach para ficar na casa que ele comprou para
os filhos na praia. Não bastasse o inferno de precisar dividir o mesmo teto com
a irmã intragável, Nan, Harlow ainda teve seu coração partido pela segunda vez
ao chegar e dar de cara com Grant ao lado dela.
Tudo indicava que esta seria uma temporada difícil em
Rosemary, mas muitas surpresas estavam por vir. Além do compreensível medo de
Grant de se apaixonar após assistir Bethy desmoronar quando perdeu seu grande
amor, Harlow precisa lidar com revelações familiares que mudarão toda sua
história de vida. Será possível lidar com relacionamentos quando seu mundo
desaba? Descubram em A primeira chance.
***
Preciso começar meus comentários dizendo que se eu fosse
Harlow, sequer haveria livro. Abbi Glines conseguiu fazer com que eu desgostasse
de um dos poucos personagens masculinos pelos quais eu tinha algum respeito na
infame Rosemary Beach. Esta certamente não é uma história para mulheres com amor
próprio e que abominam o machismo. Beber e fazer “meleca” porque se estava de
coração partido não é uma desculpa aceitável para quem possui o mínimo de
inteligência e, neste ponto, eu tinha Grant em alta conta. Bem, até ler A primeira chance.
Quanto à Harlow, ela é uma menina ingênua, recém dando seus
primeiros passos na vida sexual, que se encanta por Grant. Ok, compreensível,
mas ela também é inteligente, possui personalidade forte e qual é, preciso
desenhar? Entendo que Grant, do nada, parece ser mais um a passar pelo “Centro
de Regeneração de Bad Boys Machistas de Rosemary Beach”, e decide ser o mais
devoto fiel de Madre Harlow, como acontece com os mocinhos de todos os livros
anteriores da série, mas, mesmo assim, certas coisas simplesmente não se podem
consertar e, em minha opinião, Grant ultrapassou alguns limites.
A primeira chance segue basicamente a receita dos volumes
anteriores da série Rosemary Beach: possui uma garota ingênua, um bad boy
festeiro, Nan tendo ataques psicóticos, um segredo que pode terminar a relação
e, oh!, o momento da revelação que pode mudar tudo. De original, posso dizer
que tem apenas as descobertas de Harlow sobre a sua história familiar, que são interessantes.
Como fico longe de spoilers, fiquei
bastante surpresa e até curiosa quanto à existência do livro sobre Kiro, mas
não sei se ele é o suficiente para eu seguir insistindo nesta série.
Outro ponto curioso a se destacar é que pela primeira vez na narrativa temos o
“mocinho” em fuga, decidido a não se envolver com a mocinha da vez por puro
medo de se apaixonar. Acredito que esta tenha sido a parte mais realista da
trama toda, já que o “Centro de Regeneração de Bad Boys Machistas de Rosemary
Beach” só existe na ficção.
E, claro, temos a oportunidade de ter pequenas doses de
personagens dos volumes passados, vendo Rush e Blair babando pelo primeiro
filho e em uma relação consolidada e sem mais dramas, e damos uma rápida espiada
em Della e Woods após estabilizarem sua relação.
Em relação à apresentação, A primeira chance possui o padrão das
outras obras da série, com um casal representando os personagens principais na
capa, diagramação clean, espaçamento
simples e as deliciosas páginas amareladas da Arqueiro com cheiro de paraíso.
O enredo é narrado por Grant e Harlow em capítulos
intercalados e as 224 páginas são de leitura bastante rápida. O segundo livro,
que dá continuidade ao romance entre os protagonistas chega às
livrarias no comecinho de 2016.
Um relacionamento amoroso conturbado e um mocinho longe de ser perfeito fazem
parte da receita de A primeira chance, último livro de Abbi Glines lançado no
Brasil neste ano, sétimo da série Rosemary Beach e primeiro da duologia Chance a chegar por aqui. Mais uma história de
amor cheia de altos e baixos e personagens bastante conhecidos dos leitores.











Oi Dany!
ResponderExcluirNem solicitei este livro pq fiqei em dúvida... li os dois volumes de Della e Woods e gostei, mas tbm tive minhas ressalvas, Della me deixou com raiva na maioria das vezes... kkkk
Parabéns pela resenha, quem sabe um dia eu dê uma chance a este casal! rsrsrs
Bjo bjo^^
Eu já li muitos comentários bons sobre essa série, até conversar com uma amiga e ela dizer que não é boa. E vendo sua resenha concordar, estou sem vontade de ler. Uma pensa, porque são sempre baratos :/
ResponderExcluirMulher sem amor próprio não consigo ler... E ver uma menina sendo boba assim não dá!
bjs
Dany!
ResponderExcluirVou falar com sinceridade: ando cansada desses romances engessados, com a mesma fórmula sempre.
Ando em busca de leituras mais fortes e diferentes.
Veja! Não estou desmerecendo o livro, principalmente da autora que é tão aclamada e essa série parece que nem tem mais fim... são tantos livros.
Desejo um 2016 carregado de saúde, realizações e muito sucesso em tudo que empreender.
“Que as conquistas no Ano Novo, cheguem na sua vida como confetes: Abundantes, Alegres e festivas...FELIZ SEMPRE!!” (Ana Marise)
cheirinhos
Rudy
http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
Essa harlow não tem amor proprio e o mocinho é um idiota que corre atrás da nan a cada oportunidade .. nao entendo esse pessoal que amou essa história. Ou eu estou louca ou não sei ...
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