Quentin é um jovem de 18 anos que vive uma rotina perigosamente entediante. Desde pequeno, nutre por sua vizinha Margo um sentimento que vai além da simples amizade. Mas no fundo, sabe que não tem futuro com a garota, já que ambos habitam mundos diferentes.
A vida de Quentin se resume a ir para o colégio, jogar videogame com os melhores amigos - Ben e Radar - e se preparar para a formatura que acontecerá em breve.
Mas sua rotina se desfaz quando, numa madrugada, Margo aparece na janela do seu quarto, vestida toda de preto como uma ninja, e lhe pede um favor: sair com ela de carro pela cidade de Orlando para cumprir 11 tarefas misteriosas.
Mal sabia Quentin que tal aventura mudaria a sua vida e a de muitos ao seu redor, principalmente quando, no dia seguinte, Margo desaparece misteriosamente, deixando pistas que somente Quentin é capaz de decifrar.
O menino se torna totalmente obsessivo pelo sumiço da vizinha e impõe como meta de vida achá-la, seja viva ou morta. Querem saber o que irá acontecer? Então embarquem nessa maluca aventura com Quentin e seus amigos e descubram até onde o ser humano é capaz de ir por amor.
E aí pessoal! Como estão passando? Já começaram a ler livrinhos novos nesse ano? Bom, minha missão está cumprida! Trago para vocês a resenha do meu primeiro livro lido em 2014: Cidades de Papel, de John Green, lançado no Brasil pela Editora Intrínseca. E no fim, só me resta a pergunta: "Por que demorei tanto tempo para ler?".
Nada do que eu disser aqui vai conseguir traduzir a paixão que senti por esse livro. Ele é simplesmente P-E-R-F-E-I-T-O. Não podia ter começado o ano de melhor forma, literalmente com o pé direito.
Cidades de Papel não fala somente sobre um jovem apaixonado que tenta fazer de tudo para recuperar a sua amada. John Green, apesar de utilizar em seu texto alguns elementos clichês, muita aventura, humor e uma pitada de mistério, consegue desenvolver uma história de forma magistral, inserindo no contexto uma crítica social poderosa a respeito da distorção da imagem que construímos acerca do próximo e da superficialidade na qual vivemos hoje em dia.
"São tantas pessoas. É tão fácil esquecer de como o mundo é cheio de pessoas, lotado, e cada uma delas é imaginável e sistematicamente mal interpretada. (...) Permanecemos em silêncio por um tempo, e fico pensando no jeito que você pode enxergar ou deixar de enxergar as pessoas."
Ademais, o autor incita a uma reflexão sobre a nossa jornada em busca do autoconhecimento, amadurecimento e libertação das amarras sociais na qual estamos inseridos desde que nascemos. Todos somos marionetes de papel, vivendo igualmente numa Cidade de Papel, e John nos estimula rever todos estes conceitos que nos foram incutidos por nossos pais.
"A cidade era de papel, mas as memórias não."
Margo é o estereótipo perfeito do ser humano mal compreendido. Ela aparenta ser uma pessoa, mas que no fundo não é, e isso faz com que os outros a julguem e esperem dela algo que ela não pode dar. A começar pelos seus pais, extremamente egocêntricos, preocupados apenas com a sua imagem perante a sociedade e sobre o que os outros podem vir a pensar ou não deles.
Por causa disso, a garota entra em um conflito interno absurdo sobre quem ela deveria ser e quem ela realmente é, e no fim, opta por libertar-se e romper o último fio que a mantinha presa a toda aquela farsa.
"É muito difícil ir embora - até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo. (...) Estou indo embora, e o ato de ir embora é tão empolgante que sei que nunca mais vou voltar. Mas e depois? Você continua simplesmente indo embora dos lugares, abandonando-os, vadiando uma jornada perpétua?"
Quentin tenta, por boa parte do livro, se colocar na pele de Margo para descobrir os passos dados pela menina, mas ele percebe que é praticamente impossível se colocar na pele do outro, já que somos tão diferentes.
"(...) Só tenha em mente que às vezes o jeito como a gente pensa em alguém não é exatamente o jeito como essa pessoa é. (...) As pessoas são diferentes quando você sente o cheiro delas e as vê de perto, entendeu?"
Por causa disso, ele embarca numa jornada que irá ser responsável por modificar toda a sua trajetória de vida, pois, uma vez que conseguimos escapar da bolha na qual vivemos, se torna praticamente impossível voltar a enxergar a vida de maneira artificial e bitolada como antigamente.
"- O problema não é só esse. Eu seria sugada de volta para aquela vida - responde ela -, e nunca mais conseguiria sair. Não são só as fofocas, as festas e toda aquela merda, mas a fascinação da vida vivida do jeito certo: faculdade, trabalho, marido, filhos e toda essa bobagem."
O texto é narrado em primeira pessoa por Quentin, e durante boa parte, John escreve a história no passado. Porém, Green utiliza uma sacada muito inteligente: nas cenas de maior tensão do livro, em que acontecem situações reveladoras e eletrizantes, o autor passa a escrever no presente, fazendo com que o leitor compartilhe a aventura vivenciada por Quentin e seus amigos no mesmo instante, tornando-o cúmplice da história deles e deixando tudo muito mais emocionante.
"Me pergunto se Margo criou esta viagem para nós de propósito ou por acaso - e, qualquer que seja a resposta, é a coisa mais divertida que já fiz desde a última vez que passei horas atrás do volante de um carro."
Ao final do livro, Green faz referência a "provação do herói", um dos elementos que compõe qualquer narrativa
ficcional e que, diga-se de passagem, foi muito bem desenvolvido nessa história.
Mas me fez pensar que a intenção do autor era demonstrar que a provação do herói também está presente na vida de todos nós e não só nos livros, já que possuímos cotidianamente provações as quais somos submetidos. Porém, dependerá somente da gente decidir se iremos concluí-las ou se reconheceremos as nossas limitações para realizá-las.
Concluindo, posso dizer que Cidades de Papel mexeu demais comigo. Ri demais, me emocionei, fique aflita por Quentin, tentei juntamente com os personagens desvendar o mistério do sumiço de Margo, pensei demais, pensei demais, continuo pensando demais sobre todos os elementos inseridos por John nesta narrativa fantástica.. e talvez, tenha chegado a conclusão do quanto é bom nos libertarmos das amarras e das convenções sociais e simplesmente "irmos embora".
"(...) ir embora é uma sensação boa e pura apenas quando você abandona uma coisa importante, algo que tinha um significado. Arrancando a vida pela raiz. Mas só se pode fazer isso quando sua vida já criou raízes."
Cidades de Papel - John Green
Editora Intrínseca
368 páginas
Comprar: Saraiva
Comprar: Saraiva










Cidades de Papel ♥
ResponderExcluirEsse livro tbm mexeu muito comigo, a busca do Quentin por ela e tudo o que significou, a questão dos espelhos, de ver a pessoa de uma forma diferente, os poemas... Tudo, tudo foi espetacular. Eu gostei muito desse livro (e dei TANTA risada com os amigos dele, aehuaheahe).
Beijo, querida! ♥
Raquel
www.pipocamusical.com.br
Pois é, o poema foi tenso hein.. eu não conheço, mas será que existe de verdade?! Acho que sim, porque o John às vezes gosta de misturar realidade com ficção.. e o poema realmente nos convida a pensar. Adorei. Obrigada pela sua contribuição querida. Beijos
ExcluirOi Mi!
ExcluirSim, o poema existe. Ele tem umas 40 páginas, e é de autoria do Whitman. Você já viu 'Sociedade dos Poetas Mortos'? Tem uma cena em que os alunos declamam 'Oh capitão, meu capitão!". É dele também. Canção de Mim Mesmo também existe e pode ser lido no livro 'Folhas de Relva', que compila os poemas do autor. :)))
Beijo!
Raquel
www.pipocamusical.com.br
Que legal saber Raquel, me senti um pouco ignorante, porque realmente não sou ligada neste tipo de leitura, mas gostei de saber que existem e que Green conseguiu utilizá-lo de maneira formidável no texto :) Valeu pelas informações. Beijos
Excluirtodos os livros do john são sensacionais beijos
ResponderExcluirja estou seguindo
beijos
livro-azul.blogspot.com.br
Verdade. Também adoro a escrita dele. Beijos
ExcluirEu já li um livro do mesmo autor ano passado e achei bacana, mas nada extraordinário. Acho que as expectativas estavam muito altas por conta dos comentários do povo, essa coisa de expectativa é muito complicada. Mas quero dar uma segunda chance ao autor, já tenho O Teorema de Katherine lá esperando para ser lido.
ResponderExcluirmemorias-de-leitura.blogspot.com
Sim Inês, ler com altas expectativas não ajuda em nada, independente do livro, mas também sei que é difícil se controlar. Se você quer dar uma segunda chance ao John, leia Cidades de Papel primeiro. É realmente fantástico. Beijos
ExcluirOi Mi! Este livro é muito bom mesmo, genial é claro. Eu adorei o desenrolar da história, todos aqueles pensamentos do protagonista na sua busca e o conceito de cidade de papel muito interessante. Green é sensacional, com seu jeito único consegue falar de assuntos sérios em meio a situações muito fora de comum, e muitas vezes hilárias.
ResponderExcluirBjos!!
Cida
Moonlight Books
Oi Cida, também adorei o conceito das Cidades de Papel, ainda mais empregado em Orlando, levando em consideração que pode ser vista como uma cidade meramente turística e artificial né?! Também adoro o jeito como Green consegue falar de assuntos mais sérios e descontraídos de maneira totalmente original e divertida. Beijos
ExcluirOi! ^^
ResponderExcluirAntes de comentar sua resenha fui correndo ao Skoob adicionar esse livro. Fiquei com muita vontade de ler. Adoro mistérios e acho que esse deve ser muito empolgante!
Livro adicionado na minha lista de 2014!! :)
Beijusss;
Um excelente 2014!!
http://hipercriativa.blogspot.com.br/
Que bom, fico feliz em saber. Beijos e boa leitura.
ExcluirNossa Mi,
ResponderExcluirque resenha apaixonante estou com esse livro aqui a algum tempo, mas ainda não tinha pegado pra ler,estou com ele em mãos nesse exato momento estou com ele minhas mãos e depois de publicar esse comentário correrei para lê-lo amei a resenha e pelo que pude ler o livro promete uma leitura sensacional.
http://soubibliofila.blogspot.com.br/
Obrigada Del, fico feliz que tenha gostado. É tão bom quando resenhamos algo que amamos né?! Espero que você curta tanto quanto eu. Beijos
ExcluirEsse livro é realmente maravilhoso! Eu ria tanto naquele final, Mi! Quando eles entraram no carro e começaram a fazer tudo cronometradamente, fiquei louca! Não conseguia parar de gargalhar com as garrafas e os pit stops.
ResponderExcluirGostei bastante do livro e foi uma ótima leitura!
Beijos.
Ai Babi, céus! O que foi aquele final.. fiquei com o coração na mão com o pit stop.. cheguei até a ler mais rápido, quase como entrando no ritmo apressado deles sabe.. chorei rindo por causa do xixi, e depois por causa da camiseta do Radar, etc.. bom demais.. kkk Beijos
ExcluirEu quero ler esse livro para tirar a má impressão que tive com A culpa. Dizem ser o melhor dele, até quem não gosta desse gênero como o meu sobrinho, gostou desse livro. O seu ano já começou bem, o meu nem tanto que estou devagar quase parando em Cisne.
ResponderExcluirBlog Prefácio
Olha Sil, de todos que li dele, realmente achei este melhor. Acho que tudo depende da identificação que criamos ou não com a história e com os personagens né?! Porque em termos de escrita, o John tem uma técnica maravilhosa e realmente escreve bem, disso não poderei reclamar nunca. Poxa, é tão chato quando a leitura empaca.. também estou me sentindo assim no livro que estou lendo no momento. Boa sorte aí. Beijos
ExcluirAiii, livro no meu guarda-roupa aguardando sobrar tempo para ler! Ansiedade demais, parece ser muito marcante...
ResponderExcluirBjs, Isabela.
www.universodosleitores.com
Ai não creio! Você já o tem? Corre para ler menina! kkk Beijos
ExcluirLi a resenha, filha! Bem-redigida! Valeu! Mamis
ResponderExcluirObrigada mãe. Beijos
ExcluirQuero muito ler esse livro. Quando vi a capa já me apaixonei, e quando li a sinopse eu pensei assim "Eu necessito desse livro!!".
ResponderExcluirhttp://entrelinhas-el.blogspot.com.br/
Espero que goste Júlia. Beijos
ExcluirOi Mi , tudo bom cntg?
ResponderExcluirEu Amei sua Resenha *--*
"(...) ir embora é uma sensação boa e pura apenas quando você abandona uma coisa importante, algo que tinha um significado. Arrancando a vida pela raiz. Mas só se pode fazer isso quando sua vida já criou raízes." Quote perfeita *O*
Beijão
http://umgrandevicioliterario.blogspot.com.br/
Fico feliz que tenha gostado Luan. Beijos
ExcluirAmiga que resenha hein! ARRASOU! Me deixou morrendo de vontade de ler o livro agora mesmo! Apesar de não ter ganhado meu coração em OTK o João Verde (kkkkk) virou um dos meus autores favoritos com ACEDE e todas as suas mensagens sensacionais que me transmitiu com as duas leituras. Percebi que em CDP será assim também, irei refletir bastante e ter uma visão diferente das coisas da vida. É isso que faz John Green um autor tão maravilhoso, a forma como ele nos faz pensar, refletir mas ao mesmo tempo a gente ri e se diverte. Com certeza irá ser uma das minhas próximas leituras.
ResponderExcluirP.S.: Essas quotes são demais!
Adorei a resenha amiga!
Beijos, Greice.
Eba, que bom que gostou. Espero que curta o livro tanto quanto eu e entregue-se as aventuras de Cidades de Papel! Beijos
ExcluirDo John Green, esse é meu livro preferido.
ResponderExcluirQuentin <3
Mas da Margo eu não gosto, hahaha
Parabéns pela resenha e pelo blog!
Beijos,
http://euqueleio.blogspot.com.br/
O meu também Lu.. Ah, sério que você não gostou da Margo? Eu simpatizei muito com ela. Acho que me identifiquei também.. hehe Beijos e obrigada pelo carinho.
ExcluirEsse livro é incrível!!!! eu adoro o Quentim, mas os amigos dele tornam a história bem interessante...
ResponderExcluirA Margo me deixou um pouco perdida com as decisões dela, mas mesmo assim é uma personagem com muita personalidade!!!
John Green arrasou como sempre!!!rs
Oi Jayne, John realmente conseguiu escrever uma história surpreendente. Que bom que você também gostou. Beijos
ExcluirOi Mi,
ResponderExcluirAcabei de ler esse livro tem uns dois dias (eu acho haha), mas ele não mexeu tanto assim comigo =(
Detestei a Margo, gostei mais do Radar haha.
Beijocas ^^
Mirelle,a narrativa desse livro é fascinante e ao mesmo tempo expõe o enganoso comportamento que as pessoas aparentam ter em sociedade é realmente uma forma de se repensar em tudo e rever os verdadeiros valores.Bjs!!!
ResponderExcluirEu amo Cidades de Papel, adoro o ponto de vista da Margo sobre a vida... acho um dos mais geniais livros do John Green
ResponderExcluirEu li esse livro ano passado, mas não gostei :( me incomodou essas trocas de presente/passado e tals.. acho que por isso me fez não gostar.. mas agora lendo sua resenha tive uma outra impressão kkkkk talvez eu não tenho o compreendido tão bem...
ResponderExcluirPelo que senti aqui na resenha, a história tem tudo pra emocionar e nos levar as lágrimas. Gostei do que descobri sobre a história deles e estou ansiosa pra ler. Também quero ver se consigo assistir ao filme. Dizem que é muito bom também. Valeu pela linda resenha.
ResponderExcluirBeijos.
quero muito ler vou ganhar tenho fé
ResponderExcluirEu li a resenha e vi o trailler,o livro parece ser maravilhoso,esta na minha lista ;)
ResponderExcluirOi Mi! tudo bem? desde que me apaixonei pela escrita do John eu dei um jeito de comprar todos os livros dele lançados aqui no Brasil. Por algum motivo Cidades de Papel ficou por último! Ainda não li ele, mas agora com o filme na minha frente, não tenho como escapar, quero ler antes de assistir o filme ^^
ResponderExcluirBeijos,
Joi Cardoso
Estante Diagonal
Oi Mi, tudo bem?
ResponderExcluirDos livros do João Verde, esse foi o único que ainda não li, mas me encantei pelas resenhas e comentários a respeito. Estou curiosa para assistir ao filme, mas vou me segurar até concluir a leitura, pois tenho medo de me decepcionar.
Assim que eu concluir a leitura, venho aqui dizer o que achei :)
bijos, Fernanda Messias
Gostei muito das quotes de Cidades do Papel e o fato da trama "girar em torno" do poema de Walter Whitman. O que mais me incomodou foi o fato da Margo achar ruim quando a encontraram, sendo que ela sempre andou deixando pistas de onde estava. É um bom livro, tem uma história bacana mesmo assim.
ResponderExcluirOlá,
ResponderExcluirLi esse livro há algum tempo, foi um dos primeiros livros do Green que eu li. Confesso que, de todos os livros do autor, se fosse para eu colocar em uma ordem, colocaria em último lugar Cidades de Papel. E não é porque eu não gostei, (eu amei!) é só que eu gostei muuuuuito mais dos outros, rs. Esse livro também é fantástico, pois possui uma construção incrível, cheia de detalhes maravilhosos e também mexeu muito comigo.
Beijos, https://www.facebook.com/thamiris.dondossola/posts/623278477801038
Oismi, desde de que eu li a culpa é das estrelas, eu Me vi apaixonada pela escrita do John green, e cidade de papel foi pra mim o seu livro mais engraçado, e o qual mais Me identifiquei. Bjs mi
ResponderExcluirOi Mi, amei a resenha, já li o livro muito bom mesmo. Parabéns pelo Blog amo tudo! ♥
ResponderExcluirOi Mi! Amei sua resenha, muito apaixonante.. O livro parece ser espetacular desde já obrigada
ResponderExcluirP.S: Estou ansiosa pra ler beijos
Quero muito ler! Parece ser um meio suspense ótimo *-*
ResponderExcluirA escrita é bem "Young Adult", pelo menos de "Quem é você, Alasca", mas tem partes que deixa o livro melhor do que ele é.
ResponderExcluirOi Mi!!! Adorei essa resenha, deu pra eu conhecer um pouco da história, isso fez com que eu ficasse muitooo curiosa para ler!! Eu estou só esperando a oportunidade bater na minha porta e ainda com o livro na mão!! Continue escrevendo, pois eu estou amando o seu blog!! Bjs
ResponderExcluirÓtima resenha !
ResponderExcluirSou apaixonada pelos livros do Tio Verde, amei a sua resenha, a história de Quentin com Margo é bem diferente e o final do livro é surpreendente ♥
ResponderExcluirAmei o livro Mi, porém confesso que o desenvolvimento dele, a procura pela Margo, me deixou com um pouco de tédio, mas ainda sim valeu a pena.
ResponderExcluirOi, Mi.
ResponderExcluirLi esses dias esse livro e confesso que não me empolgou muito. Achei até interessante alguns levantamentos que o autor fez, mas não sei. Talvez não estava no momento dessa leitura. Agora lendo a sua resenha fiquei pensando nessa parte do herói. Realmente ela é bem presente em nossa vida.
Beijos.
Gostei muito desse livro, a escrita do John Green é ótima, história bem interessante, emocionante e divertida, curti muito a sua resenha, Cidades de Papel mexeu muito comigo também.
ResponderExcluirEu ainda não cheguei a ler o livro, já está me esperando na estante, mas a partir da leitura das resenhas pude concluir, que a livro é top do topo, esse ano estou dando preferência para os nacionais quem sabe dou fugidinha e leio...rsrs
ResponderExcluirEu nunca li nenhum livro do Jhon Green, mas se eu fosse escolher um livro para ler escolheria esse.
ResponderExcluirEu gostei da historia, não sei porque eu ainda não o li.
Gostei muito de sua resenha, espero que esse livro mexa comigo como mexeu com você.
Eu nunca li nenhum livro do autor mas estou bem animado para começar a ler suas obras.
ResponderExcluirFiquei sabendo que 'Quem É Você, Alasca?' também virará filme então, quero começar a ler todos os livros desse autor.
A historia realmente parece ser boa, espero também achar o livro perfeito.
Eu ainda não li esse livro mas estou muito curioso. Só ouço coisas boas sobre esse autor.
ResponderExcluirGostei muito de sua resenha, muito bom saber mais sobre esse livro. Me deu mais animo para ler esse livro.
Não li ainda, mas quero muito ler, parece ser muito bom mesmo
ResponderExcluirEu tinha lido a alguns anos o livro A Culpa das Estrelas e fiquei tão triste com o final, que não li mais nenhum livro desse autor. Mas tenho pensado em ler esse livro. A historia parece ser boa, e estou bem animada.
ResponderExcluirÉ exatamente o tipo de livro que eu amo ler. Eu acho que não vou me decepcionar.
Estava querendo ler esse livro mas não tava com tempo. Agora que estou de ferias vou ler ele e o Quem É Você, Alasca.
ResponderExcluirEu gosto muito das historias de John Green, ele tem uma criatividade incrível.
Estou muito animada para começar a ler.