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Especial Pax - O direito de recomeçar - Dia 5

E chegamos ao fim dessa Semana tão especial. Como já disse, Pax tocou meu coração por diversos motivos e como vocês puderam perceber, Sara trabalhou em seu contexto elementos dignos de reflexão, trazendo ensinamentos para todas as idades.

Uma das últimas coisas que eu não podia deixar de discutir é o direito de recomeçar, de se ter uma segunda chance na vida.

Especial Pax - Os doentes de guerra - Dia 4

E aí pessoal, preparados para mais um post da Semana Especial Pax? Se vocês estão chegando agora, não deixem de acessar os posts anteriores, tenho certeza de que vão gostar.

Para hoje, decidi conversar sobre os infortúnios que as guerras trazem para a humanidade.

Especial Pax - Dois, mas não dois - Dia 3

E aí pessoal, sejam todos bem-vindos a mais um post da Semana Especial Pax. Peço desculpas pela demora com a qual os tenho escrito, mas a minha pequena não tem me dado folga.. kkk

Para quem tem nos acompanhado, sabem que já postei a resenha de Pax e falei brevemente do livro, já comentei acerca da relação de amizade entre a raposa e seu humano, e hoje vamos conversar um pouco mais sobre os ensinamentos contidos na obra.

Especial Pax - O melhor amigo do homem - Dia 2

E aí pessoal, sejam bem-vindos ao segundo dia da Semana Especial Pax. Se vocês estão aterrissando aqui agora e não sabem sobre o que se trata, leiam a resenha que fiz ontem, neste LINK, sobre a obra Pax, de Sara Pennypacker.

Quando falamos em "melhor amigo do homem" logo pensamos em um cachorro, certo? Errado. Sara optou por dar vida a uma raposa-vermelha, um animal selvagem muito inteligente pelo qual ela se apaixonou enquanto fazia as suas pesquisas.

Especial Pax - Resenha - Dia 1

Sinopse: "Peter e sua raposa são inseparáveis desde que ele a resgatou, órfã, ainda filhote. Um dia, o inimaginável acontece: o pai do menino vai servir na guerra, e o obriga a devolver Pax à natureza. Ao chegar à distante casa do avô, onde passará a morar, Peter reconhece que não está onde deveria: seu verdadeiro lugar é ao lado de Pax. Movido por amor, lealdade e culpa, ele parte em uma jornada solitária de quase quinhentos quilômetros para reencontrar sua raposa, apesar da guerra que se aproxima. Enquanto isso, mesmo sem desistir de esperar por seu menino, Pax embarca em suas próprias aventuras e descobertas. Alternando perspectivas para mostrar os caminhos paralelos dos dois personagens centrais, Pax expõe o desenvolvimento do menino em sua tentativa de enfrentar a ferocidade herdada pelo pai, enquanto a raposa, domesticada, segue o caminho contrário, de explorar sua natureza selvagem. Um romance atemporal e para todas as idades, que aborda relações familiares, a relação do homem com o ambiente e os perigos que carregamos dentro de nós mesmos. Pax emociona o leitor desde a primeira página. Um mundo repleto de sentimentos em que natureza e humanidade se encontram numa história que celebra a lealdade e o amor. Best-seller do The New York Times, Pax estreou em segundo lugar na lista já na primeira semana após seu lançamento. Pax teve os direitos de tradução vendidos para mais de dez países e os direitos de adaptação para o cinema foram adquiridos pela Sidney Kimmel Entertainment.Jon Klassen, responsável pelas belas ilustrações do livro, é autor best-seller do The New York Times e ilustrador de diversos livros, entre eles Quero meu chapéu de volta e Este chapéu não é meu, que lhe rendeu a Caldecott Medal."
Peter era um menino muito solitário. Desde a morte precoce da mãe, se viu à mercê de um pai violento e tirânico que contribuía para aflorar a raiva que sentia dentro do peito. Mas tudo melhorou quando Peter encontrou Pax - uma raposa-vermelha ainda filhote. Ela era a única sobrevivente de sua ninhada e o garoto sabia que não podia deixá-la sozinha. Desde então, Peter e Pax se tornaram um só. Pax adorava o seu humano e ficava ansioso para que Peter voltasse do colégio para brincarem juntos.

Porém, naquele dia as coisas estavam diferentes. Peter chorava silenciosamente, deixando Pax apreensivo. Será que Peter estava machucado? Como ele podia ajudar? A guerra estava se aproximando e o pai de Peter ia se alistar, portando, o jovem havia sido obrigado a ir morar com o avô, e Pax não poderia ir junto.

No meio do caminho, o pai de Peter parou o carro e a criança jogou no mato o soldadinho de plástico, o brinquedo favorito de Pax, para que ele corresse ao encontro para achar, como faziam, habitualmente. Peter jogava, Pax encontrava e trazia de volta até tudo recomeçar. Contudo, ao retornar para onde o veículo tinha estacionado, a raposa presenciou a cena mais triste de toda a sua vida, Peter e seu pai seguiam viagem e, com isso, se deu conta de que havia sido deixada para trás.

Em um primeiro momento, Pax tinha certeza de que Peter o buscaria, mas quando os dias foram passando e o animal teve que enfrentar o frio, a chuva e a fome intensa, percebeu que teria que dar um jeito de sobreviver e voltar ele mesmo para casa.

Peter, por sua vez, entendeu o tamanho do erro que cometeu e decidiu voltar para recuperar Pax. Na noite em que fugiu da casa do avô, com o mínimo necessário para iniciar uma jornada de quinhentos quilômetros até o local onde havia abandonado Pax, Peter quebrou o pé e foi parar na residência de Vola, uma ex-soldada de uma perna só, traumatizada pelos horrores que já tinha enfrentado nos campos de batalha.

Vola ajudou o menino a se recuperar e ficar forte para continuar com sua missão. Enquanto isso, Pax encarava desafios mortais em um ambiente inóspito totalmente estranho a ele. Será que Peter conseguirá domar seu lado selvagem e finalmente fazer o que é certo, sem se importar com o que os outros pensam? E será que depois de anos domesticada, a raposinha descobrirá o prazer que é ser livre?

Querem saber o que vai acontecer? Então leiam!